Ainda que com alguma razão explicada ou justificada, quem empunha uma arma erra. Podemos depois avaliarmos a razão e os interesses, mas o erro são as armas em si. Se foi por legitima defesa ou não, por provocação ou por puro capricho. Digo isso para discutir o caso de Gaza....me incomoda muito a morte de pessoas, a chacina programada e estudada em academias militares. A primeira impressão que tive quando li as notícias sobre o ataque do Hamas sobre Israel foi: como o sistema de segurança de Israel falhou tanto, a ponto de permitir essa insanidade que daria as razões para a destruição definitiva do Estado Palestino? Ainda mais o Hamas, partido que se equilibrava no fio esticado da governabilidade impossível... Invadiram uma festa, sequestraram muitos, mataram outros tantos... Fico com a impressão de algo planejado, de algo proposital ... se foi isso, os fatos mostram que a destruição dos restos palestinos era o objetivo. Os israelenses avançam, avançam, matam, matam...sem qualquer seleção...apenas matam. Crianças, mulheres, idosos...não importa o que sejam: apenas matam. Não querem a existência da Palestina, apenas isso...
Volto a falar que as armas são naturalmente o erro em si. Ao tomá-las, a sociedade falhou e nós todos erramos em não impedir atrocidades.
Não se trata de holocausto...palavra definidora do massacre de judeus na IIª Guerra...e sim de algo com o mesmo conteúdo que defina a morte dos palestinos...os judeus que fiquem com o holocausto e os palestinos também com suas mortes....e o mundo com o remorso de assistirmos, mais uma vez, o desaparecimento de um povo.
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